GATEBALL
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Beisebol
A equipe de Beisebol Vitória foi criada pela ANV no ano de 1988. Os treinos eram realizados em uma área da antiga Companhia de Ferro e Aço de Vitória (COFAVI), localizada em Cariacica. Na época o time era composto apenas por filhos de associados. Não existiam outros times com os quais fosse viável realizar jogos/amistosos.
Em 1990 os treinos foram transferidos para um campo construído no Clube Nipo- Capixaba (atual Clube Capixaba de Golfe), localizado na Serra.
Com a chegada do professor Seiji Oku em 1992, que veio para Vitória a serviço da Agência Japonesa de Cooperação Internacional (JICA), houve grande evolução do nível técnico da equipe. Nessa época, diversos associados e o professor Seiji conseguiram doações de equipamentos enviados do Japão.
Em 1994 a equipe foi convidada pela Confederação Brasileira de Beisebol e Softbol a participar do Torneio Brasileiro Inter-Seleções (categoria até 15 anos), sendo essa a primeira participação da equipe em um torneio oficial do beisebol nacional.
Quatro anos mais tarde, em 1998, foi inaugurado o campo de beisebol no Parque Pedra da Cebola, com a presença do professor Seiiji que veio do Japão especialmente para essa ocasião. Foi realizado um torneio entre as equipes de Vitória, Brasília, Teixeira de Freitas e São Gotardo.
A equipe de softball foi criada em 2003 e assim foi possível a participação feminina nos treinos. Gradativamente o número de participantes dos treinos de baseball foi diminuindo, tornando-se o softball a única modalidade praticada de forma mista.
No ano de 2007, pela vontade dos antigos integrantes, liderados pelo Alexandre Falcão, foram retomados os treinos de baseball. Nesse mesmo ano ocorreu o primeiro “torneio de Ibiúna”; No ano seguinte, 2008, o time foi campeão do torneio.
A equipe sempre se pautou na disciplina e dedicação, e com este espírito que o Departamento de Beisebol e Softbol tem trabalhado para desenvolver a modalidade na Grande Vitória.
Os treinos do Vitória Beisebol ocorrem aos sábados de 9:00h às 13:00h, no parque Pedra da Cebola, no Bairro Mata da Praia, Vitória-ES. De novatos à jogadores avançados.
Temos também a escolhinha de beisebol, o Vitória Bravos Beisebol, para meninos e meninas, de 8 a 16 anos.
Para mais informações entrem em contato pela página do Facebook
EMOJAVI
1. Histórico da EMOJAVI:
Em reuniões ocorridas nos dias 28/10/1982 e 03/11/1982 (já esta última realizada na R. dom Pedro II, 93) ficou consolidada a criação do curso de Japonês para as crianças, na cidade de Vitória. A primeira sala de aula de Japonês foi iniciada em março de 1983 (em 2013 completaram-se 30 anos de atividades). A EMOJAVI tem esta denominação desde 1993, após a inauguração da nova sede própria da ANV. O objetivo é ensinar a ler, escrever, conversar e tamém cultura japonesa aos filhos de descendentes de japoneses e simpatizantes em geral.
2. O apoio da JICA:
A construção da Escola foi iniciativa da ANV, porém alavancada com recurso da JICA (Japan International Cooperation Agency).
A JICA é um órgão pertencente ao Ministério das Relações Exteriores do Japão, que exerce atividades amplas de implementação sócio-econômico e cultural em todo o mundo, desde a formação de recursos humanos, até a construção de escolas e outras edificações adequadas a cada região, que proporcionem a melhoria das condições e qualidade de vida das comunidades carentes de estímulos.
3. Entidade Sem Fins Lucrativo:
Apenas cobramos a taxa mínima para honrar compromissos inerentes ao ensino. Sendo assim, os alunos que matricularem terão o dever de cumprir os critérios determinados pela EMOJAVI.
4. Professores e Comitê da EMOJAVI:
A EMOJAVI é sustentada pelos membros do Comitê e pelo grupo de professores. Os membros do Comitê e professores desenvolvem os trabalhos de forma voluntária, tendo professores na ativa com a quantidade proporcional ao número de turmas existentes.
5. Expectativa de Aprendizado / Noryoku–Shiken:
O método de ensino do idioma japonês adotado é forma tradicional, iniciando-se pela escrita (Hiragana, Katakana e depois Kanji), juntamente com gramatica e textos, praticando-se leitura, escrita e conversação de maneira gradual. As avaliações são realizadas periodicamente através de provas escritas e orais.
Anualmente os alunos são incentivados a participar da avaliação de aptidão, submetendo-se à prova de proficiência, realizada pelo órgão oficial do Japão, de forma simultânea no primeiro domingo de dezembro. Todos os alunos do nosso Estado devem prestar a avaliação, denominada Noryoku-Shiken, no Consulado Geral do Japão no Rio de Janeiro.
6. Níveis
As classes serão formadas de acerdo com a idade e nível de conhecimento. Basicamente temos os cursos para: criança, iniciante, básico, intermediário e avançado. No Curso Iniciante aprenderão ler e escrever as letras básicas como Hiragana e Katakana, além de saudações e conversas simples. No Curso Básico conhecerão Kanji simples e a conversação básica. No Curso Intermediário, terá capacidade de conversar livremente entendendo a fala de quem conversa. No Curso Avançado poderão dar suas opiniões, e a fluência na conversa com os japoneses natos.
7. Importância da Língua Japonesa (globalização):
A lingua Japonesa é composta por três tipos de letras (Hiragana, Katakana, e Kanji), e é consideranda mundialmente como um dos idiomas difíceis. Porem, muitas pessoas são atraídas por sua rica história e cultura milenar como também recente cultura J-POP. Japão é um país onde coexiste a história e cultura milenar com a tecnologia da ponta. No mundo atual, com economia globalizada, pessoas que possuem conhecimento de um maior número de idiomas terão certamente maiores chances de emprego e se projetam com maior sucesso na vida profissional. No caso particular dos descendentes de japoneses, nada mais natural do que saber o básico da língua japonesa.
8. Aprender Idioma, assimilando a Cultura e a Disciplina:
O sistema de ensino ministra algumas aulas culturais: músicas, artes plasticas, culinária e teatro em japonês. O último evento de encerramento do ano letivo é apresentação em japonês, por sinal muito apreciado pelo próprios alunos e pais/parentes. A direção da Escola recomenda aos alunos que participem em todas essas atividades.
Faz parte deste contexto a disciplina pelo trabalho em equipe. Nos eventos, participar nos trabalhos de montagem e desmontagem do palco, arrumação de cadeiras, mesas e outros apetrechos, guardar o material no seu devido lugar e finalmente a limpeza. Enfim o que chamamos em japonês de “atokatazuke” (arrumação final).
9. Bolsas de Estudo para o Japão:
Existem bolsas de estudos oferecidos basicamente por duas entidades:
Patrocinado pela JICA: Existem várias modalidades distribuídas às variadas faixas etárias (desde 13 anos a 50 anos), tendo o público alvo o descendente japonês.
Patrocinado pelo Mombusho (Ministério de Educação do Japão): Estas têm público alvo brasileiros natos ou naturalizados (não requer ascendência japonesa).